segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Motif

Sem muito o que mostrar no meu passo-de-tartaruga para aprender, mas como ela devagar e sempre, trago prá vocês verem meu mais recente feito...tcham!tcham!tcham! Um motivo feito com navete!Pequeno feito para um expert mas grande para mim como aprendiz. Agradeço às amigas frivoliteiras Jess, Teresinha, Tere, entre outras...que, muito amáveis, me tem incentivado sempre. Espero que apreciem meu progresso e relevem as falhas! E agora, sem mais delongas....





domingo, 22 de julho de 2012

Done...

Acabei de fazer um colarzinho... zinho mesmo! Usei uma linha mais fina do que pedia a receita e agora ele serve ou para uma menininha ou para bracelete! Menos mal já que vai ser de alguma serventia, né mesmo?
Espero que apreciem pois como sabem, estou ainda aprendendo. E já estou pronta prá começar outra peça. Não dizem que a prática leva à perfeição? Então vou praticando (A practicar! como diz a Karen do blog Entrelanzaderas e que é uma mestra no quesito frivolité/tatting!)... O modelo é do livro Easy Tatting, de Rozella F. Linden, e como o título anuncia é realmente bem fácil. Até eu consegui (risos)!
Digam-me o que acharam. Comentários serão bem-vindos!






Necklace or bracelet?

Oi pessoal! Aqui está o resultado de mais uma tentativa no aprendizado de frivolité/tatting. Deveria ser um colar mas ainda não sei calcular quantidade de linha, espessura, essas coisas, e como fiz com uma linha bem fininha...só se for para uma menininha! Mesmo assim gostei muito do resultado (tem pequeninas falhas... of course!) e estou ansiosa para começar um novo projeto. Agora ninguém me segura mais! Espero que gostem e comentem, assim posso avaliar o meu progresso...Bye!

P.S.
Essa postagem vai especialmente prá Teresinha do blog Das Mãos da Teresinha que faz coisinhas maravilhosas e adoraria fazer frivolité. Quem sabe ela se inspira? Beijocas!






PS2 - Design by Rozella F. Linden in Easy Tatting

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Umas florzinhas...







Comecei fazendo uma florzinha dessas para ser o início de um centrinho, mas depois de pronta me veio a ideia de fazer outras e emendá-las prá ver no que ia dar e foram tantas as maneiras de juntá-las - em círculo ou em linha reta - que me vieram a cabeça que, sinceramente, fiquei em dúvida quanto ao que fazer, pode?! Oh, dúvida cruel! E aí, não são bonitinhas as minhas florzinhas? Bom, vou decidir e quando tiver algo pronto mostro prá vocês, ok? Tchauzinho!

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Chegando pertinho de aprender


Registrando por vídeo e fotos minha nova paixão!


Devagarinho, conforme vou vendo o resultado de meus esforços em aprender frivolité, vou ficando cada vez mais confiante. Acho que já disse antes, mas me sinto muito feliz e recompensada quando vejo surgir de minhas próprias mãos, algo que eu pude admirar pelas mãos de outros e pensar :"eu também sou capaz de criar beleza" - que ainda não é uma BELEZA convenhamos, mas promete... Né não gente?! E vamos em frente, que ainda tenho muito que aprender!

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Aprendendo frivolité - a saga

Apenas registrando meu aprendizado de frivolité, errando é claro, como em qualquer aprendizado mas...acho que vou indo muito bem obrigada! Vocês não acham? Para quem acha difícil um novo aprendizado, qualquer que seja ele, só tenho a dizer que experimente, insista e nunca desista! É muito gratificante, ao final, quando você vê que o resultado de todo o seu esforço foi válido. Meu "paninho" ainda não está pronto, mas está ficando bem bonitinho e vou dá-lo de presente à minha mãe, responsável que foi por eu ter resolvido aprender algo que nem sequer conhecia e cujo exemplo, sempre, foi o de que SEMPRE podemos aprender. Obrigada, mãe!


terça-feira, 29 de maio de 2012

Um apólogo

Quando era mais novinha, não me encantava muito com Machado de Assis. Achava-o taciturno, sério demais. É bem verdade que ainda não o li muito, mas aqui e ali andei me encontrando seu lado satírico-sarcástico, acre sim mas se você entende a piada (como aquelas de filmes americanos), dá uma vontade danada de rir com suas filosofices. Esse texto abaixo foi o que me introduziu a esse Machado-humorista-inteligente, na minha opinião, e depois dele encarei, ainda reticente a princípio, Memórias Póstumas de Brás Cubas que tem uma introdução meio monótona como a própria personagem faz questão de mencionar mas que tem também o seu humor. Bom, mas eu não estou aqui para fazer crítica literária, até porque não tenho cabedal para isto mas para apresentar esse texto de que gosto muito. Vamos então a ele!

Um Apólogo
Machado de Assis

Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
— Deixe-me, senhora.
— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
— Que cabeça, senhora?  A senhora não é alfinete, é agulha.  Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
— Mas você é orgulhosa.
— Decerto que sou.
— Mas por quê?
— É boa!  Porque coso.  Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
— Você?  Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
— Também os batedores vão adiante do imperador.
— Você é imperador?
— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser.  Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco?  Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas?  Vamos, diga lá.
Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha: 
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico. 
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
— Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

Texto extraído do livro "Para Gostar de Ler - Volume 9 - Contos", Editora Ática - São Paulo

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Frivolité com agulha...falha nossa!

Conforme prometido, aqui está um vídeo caseiro, bem ruinzinho(escuro, cheio de erros no frivolité...), somente para mostrar o que eu havia dito num post anterior. Tentei, e parece que até o momento tem dado certo, usar uma agulha de tapeçaria grande (as pequenas são ruins de manusear), como se fosse uma navete. O resultado do trabalho fica bem próximo daquele feito com a navete, pelo menos eu acho, como vocês podem ver no vídeo (ou não...risos!). Espero que sirva a alguém que, assim como eu, não tem acesso às ferramentas apropriadas. Talvez vocês até já soubessem disso mas enfim, a intenção foi das melhores apesar de o vídeo não ser. Só um senão...Como no frivolité com agulha, também não é possível dispor de muita linha para o trabalho pois ela se enrosca toda. Mas isso são "ossos do ofício", não é mesmo? Espero que a minha "descoberta" sirva prá alguma coisa. Até logo!


segunda-feira, 7 de maio de 2012

Agulha versus navete - Novos caminhos



A respeito do post no "Entrelinhas" devo dizer que encontrei um vencedor para essa contenda...tcharam! A agulha! Descobri por minha própria experiência, que se utilizada como uma navete, obtém o mesmo resultado final (dam...!). Tendo experimentado as navetes de papelão e as próprias bobinas de máquina, resolvi seguir o mesmo princípio-técnica da navete com uma agulha de tapeçaria (daquelas grandes e grossas) e, pelo menos até agora tenho obtido o mesmo resultado obtido com a navete: trabalho firme seguindo a espessura da linha. Assim que puder posto as fotos ou um vídeo para que vocês vejam e opinem. Suponho que é mais uma saída para aqueles, que como eu, têm dificuldade de encontrar as navetes ou as agulhas apropriadas para o frivolité-tatting em seus locais de moradia. Alguém já havia experimentado isso? É ou não uma boa idéia? O que me dizem? Vamos lá, não sejam tímidos! Comentem por favor!


Translate

Seguidores